Diretora da FFM, Rosane Melo, realiza abertura do CONCARH

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A 23º edição do CONCARH já iniciou. A cerimônia de abertura foi realizada pela diretora da FFM e presidente da ABRH Blumenau, Rosane Melo. O evento, que segue até amanhã, dia 17, em Florianópolis, tem como tema central Gestão sem Fronteiras: Um olhar além do RH.

 

O 23º CONCARH conta, ainda, com a palestra magna do professor da Fundação Dom Cabral (FDC), Luís Lobão Mendes, intitulada Gestão sem Fronteiras. O palestrante tem mais de uma centena de projetos estratégicos elaborados e revisados, atuando preferencialmente no desenvolvimento de planos estratégicos para empresas de médio e grande porte no Brasil e Exterior.

 

Os principais aspectos positivos, negativos e as perspectivas da área de RH

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O que caracteriza uma excelente gestão de pessoas? O que torna um profissional um ótimo gestor? Qual o maior erro que o RH pode cometer numa empresa e quais os aspectos positivos e negativos dessa função? 70 executivos, entre profissionais de RH, presidentes e executivos de outras áreas e líderes de empresas que atuam no mercado voltado para a gestão de pessoas dão sua opinião. Apesar de lidar com as inconstâncias intrínsecas ao ser humano e com as dificuldades em mensurar os resultados e impactos de suas ações – alguns dos aspectos negativos da profissão RH citados por eles -, ver o brilho nos olhos dos colaboradores, ter a sensação de fazer a diferença na carreira de outro profissional e a possibilidade de influenciar o futuro de uma organização são os aspectos que compensam estar nesse barco do RH, segundo os respondentes.

Para eles, ainda, uma excelente gestão é marcada pelo bom relacionamento entre as equipes, por um forte comprometimento e espírito de motivação entre cada pessoa, capazes de gerar um ambiente no qual seja possível sonhar e criar. Assim, cabe ao gestor estar atento às diferenças entre cada um dos funcionários e saber inspirar a missão, cultura e valores da empresa. E, também, saber ouvir o inaudível, a voz silenciosa que pode transformar um ambiente organizacional.

Saiba mais em: http://www.revistamelhor.com.br/textos/209/eles-abrem-o-jogo-221736-1.asp

Ilumine sua gestão

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Sete ideias para enfrentar o apagão de talentos

Por Luiz Edmundo Rosa*

 

Rever sua proposta de valor como empregadora, ter a educação corporativa entre as prioridades da alta direção, trabalhar em parceria com a escola. Essas são algumas ações que podem ajudar as organizações a vencer a falta de mão de obra qualificada. Veja, a seguir, esses e outros caminhos que, certamente, vão iluminar sua empresa.

 

1 – Cuidar bem dos talentos
2 – Atualizar a proposta de valor
3 – Ser um melhor lugar para trabalhar
4 – Ter um plano de educação corporativa
5 – Ser parceira das escolas
6 – Criar equipes polivalentes
7 – Investir nas classes menos favorecidas

*Luiz Edmundo Rosa é diretor de Educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional)

 

Para ler esta matéria na íntegra acesse – http://revistamelhor.com.br/textos/305/artigo280530-1.asp

O desafio de reinventar a gestão

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Colocar as pessoas em primeiro lugar é a proposta da gestão do futuro

Natalia Gómez e Gumae Carvalho

 

Diante de um duelo que pode custar a própria vida, Hamlet afirma em tom dramático que “o estar pronto é tudo”. Passados séculos da criação de William Shakespeare, o sentimento de prontidão se mantém, em especial nas empresas. O drama de sucumbir em um mercado cada vez mais mutante existe, em um duelo com muitos outros atores e variáveis que vão desde questões políticas e econômicas a outras que se referem às novas relações das pessoas entre si e com as organizações, como o avanço das novas gerações no mercado de trabalho, por exemplo.

 

Com uma espada apontada para o coração, cabe às empresas repensarem o que e como estão fazendo as coisas. Em meio a esse debate, questões como propósito, felicidade, flexibilidade e equilíbrio podem ajudar as empresas a saírem vitoriosas do duelo. Nesse futuro que já começa a se delinear, as pessoas despontam como o elemento número 1 nessa fórmula nova de gestão, invertendo a lógica atual de colocar o negócio em primeiro plano. A química agora é outra.

 

A inversão de valores em benefício das pessoas pode soar romântica para os mais pragmáticos, mas é o caminho para reter talentos e manter a competitividade. A alta velocidade das mudanças no ambiente contemporâneo é um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas na atualidade, pois compromete até mesmo a capacidade de preparar e qualificar a mão de obra.

 

Leia esta matéria na íntegra em – http://www.revistamelhor.com.br/textos/305/o-desafio-de-reinventar-a-gestao-280535-1.asp

Onde estão as metas para a sustentabilidade nas empresas brasileiras?

Por: Lucas Amaral Lauriano – Pesquisador da FDC

 

A sustentabilidade nas organizações pressupõe uma série de iniciativas e mobilizações internas que visam a preparar o sistema de gestão empresarial para lidar com aspectos socioambientais. Normalmente, alguém ou uma equipe se torna responsável pela inserção da sustentabilidade nas empresas, mas isso não significa que o tema deve permanecer preso a esta área ou setor. Ao contrário, a sustentabilidade deve ser transversal, e abarcar todas as atividades das empresas. As organizações comprometidas com o tema criam sistemas de indicadores e metas que visam a mensurar os avanços e os impactos causados por suas atividades. Nesse sentido, o que as empresas brasileiras têm feito?

 

Sendo esta uma das muitas dúvidas que tínhamos em relação ao comportamento das empresas brasileiras, realizamos, em 2012, a primeira edição da pesquisa Estágio da Sustentabilidade das Empresas Brasileiras, estudo que contou com a participação de 172 empresas, e buscou avaliar como está a gestão da sustentabilidade nas empresas brasileiras.

 

Veja a matéria completa em – http://www.fdc.org.br/pt/blog_sustentabilidade/Lists/Postagens/Post.aspx?ID=65 

 

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